Eleições 2024: a poucos dias do pleito, pesquisas pró oposição deixam eleitores de Guanhães preocupados e inseguros

Célio (PDT) e Evandro (Republicanos) (Foto divulgação)

Duas pesquisas que apontam o candidato da oposição, Evandro Lott (Republicano), à frente do pedetista Célio Augusto acirrou ainda mais as disputas eleitorais entre a ala governista e a oposição. 

Comprada pela TV Guanhães, ao preço de R$ 12 mil, uma das pesquisas foi realizada por um Instituto chamado Estratégia e Comércio com sede em Governador Valadares. De acordo com o instituto, foram entrevistadas 450 pessoas entre os dias 27 e 30 de agosto.

Segundo os dados da pesquisa, noticiados pela TV, na última semana de agosto, Célio aparece à frente na opinião espontânea dos entrevistados (17 a 14). Já na opinião estimulada, segundo a pesquisa, quando é apresentado os nomes dos candidatos aos entrevistados, os eleitores mudam de lado e preferem Evandro (35 a 33). 

Questionado por este blog, a explicação da Estratégia e Comercio para a mudança na preferência dos entrevistados, na abordagem estimulada, é que os indecisos (55%, conforme informado pela contratante) se posicionaram mais para oposição que para Célio que é governista e começara a campanha antes. 

Doações

A segunda pesquisa foi realizada por um instituto chamado VER, com sede em BH. Segundo informou o instituto, sob o qual existem denúncias de manipulações de dados em pesquisas, as abordagens ocorreram entre os dias 17, 18 e 19 de setembro, com 400 abordagens.

A pesquisa, segundo consta no registro, foi contratada pelo próprio candidato Evandro ao preço de R$ 11 mil, e teria sido paga com recursos advindos de doações. Apenas os dados da abordagem espontânea foram divulgados por apoiadores do candidato nas redes sociais, apontando  uma diferença de 9% em favor do republicano.

Preocupação

Perguntados por este blog sobre os números das pesquisas, muitos eleitores se mostraram preocupados com os cenários divulgados. A desconfiança na veracidade dos números também foi revelada pela maioria das pessoas abordadas. “Estou com medo”, disse uma moradora do Santa Tereza.

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