Em vídeo, pré-candidato a prefeito de Guanhães se manifesta sobre condenação por improbidade

Lott em vídeo (Redes sociais)
Condenado por improbidade administrativa pela juíza de Direito da 2° vara cível criminal da Infância e da Juventude da Comarca de Guanhães, Dra Silvia Maria de Paula Nascimento, em 15 de fevereiro de 2024, o pré-candidato a prefeito de Guanhães, Evandro Lott (Republicanos) se defende nas redes sociais.

Em vídeo, que circula na internet, Lott critica o fato de a condenação ter vindo a público somente agora (próximo das eleições) e acusa os adversários de armação e Fake News. O pré-candidato, no entanto, não nega a condenação, mas lamenta que a juíza não o tenha dado a chances de ser ouvido e mostra documento em que nada consta contra ele em segunda instância.

O político lembrou ainda que, há época da acusação feita pelo Ministério Público-MG –, em 2015, conforme fez questão de ressaltar -, ele era presidente da Comissão de Licitação e não da Câmara. E que a acusação teve como motivação a assinatura de licitação para contratação de um advogado para a Casa Legislativa. “Portanto, nada consta contra mim. Estou apto a ser candidato”, afirmou.

Lott foi apresentado como pré-candidato pela oposição à atual gestão municipal no final de junho, em evento que contou coma presença do ex-prefeito Geraldo José Pereira, Ladinho, cassado em 2017 também por improbidade administrativa e abuso de poder, de empresários locais e do deputado federal (licenciado) e presidente do Republicanos, o pecuarista Euclydes Pettersen.

Petista?!

No vídeo, Lott acusa ainda o Guanhães em Foco, o único que noticiou o fato da condenação, de ser ligado ao PT. E mostra uma foto em que aparece uma pessoa como sendo o jornalista e administrador do blog numa manifestação política. Uma notícia sobre uma reunião de membros do PT e Psol, publicada em outubro de 2023, também é usada por Lott para ligar o blog à esquerda.

NOTA: Vale ressaltar que o Guanhães em Foco tomou conhecimento da condenação de Lott, que ocorreu em fevereiro de 2024, só agora. E deu a notícia por entender ser de interesse público. A acusação do MPMG, ocorrida em 2015, não era do conhecimento público até então.

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