| Adriana Santana (arquivo pessoal) |
Romancista, cronista, dramaturga, ativista e professora de História, Adriana venceu com o romance “Das cinzas da senzala, o levante” (ficção). "Uma história fascinante que nos remete à mitologia bantu e à resistência escrava", disse a autora, feliz com o prêmio e com a futura publicação da obra.
Além de uma premiação em dinheiro (R$ 2.500,00) pelo reconhecimento artístico, o vencedor da categoria terá seu trabalho publicado em livro físico (400 exemplares).
Segundo Karina Bassi, uma das idealizadores
do Prêmio, a produção literária de autores e autoras negros no País ainda é
muito pouco, ou quase nada, divulgada. Segundo ela, o prêmio, cujo nome é uma homenagem
à primeira mulher a publicar um romance no
Brasil, é fruto da urgência de eventos de igual teor. “Este prêmio,
enfim, se torna um caminho de fortalecimento das raízes ancestrais e preza pela
afirmação da identidade”, disse Bassi.
A celebração da premiação acontecerá durante a 10ª Festa Literária das Periferias (Flup), uma das entidades apoiadoras do
Prêmio, programada para janeiro 2022.
Lisonjeada com a homenagem do meu amigo Beto. Nosso poeta paulistano, agora guanhanense, que sabe tão bem fazer a dança das palavras. Em tempos tão difíceis poetizar é necessário. Obrigada, amigo!
ResponderExcluirErrrrrrouuuu! Sou paraibano, amiga Adriana. kkkkkkkk.
ExcluirOrgulho da nossa raça, a conterrãnea (de Guanhães-MG) e amiga Adriana Santana é merecedora desse Prêmio Maria Firmina de Literatura.
ResponderExcluirParabéns, colega das Letras!!!
Bjão.,
É mesmo, Dimas. Por isso, fiz questão de estampar aqui. Orgulho danado!
ExcluirParabéns Adriana. É muito bom saber que você chegou no patamar maior da literatura. Isso somente acontece pelo esforço e dedicação. Continue.
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