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| Provedoras de internete de Guanhães (Foto: adaptação GeF) |
Em quase todas as cidades brasileiras
foram registradas queixas de usuários. Empresas da modalidade streaming (transmissão via internet), como
a Netflix, solicitaram providências ao governo, prevendo demanda maior no recesso forçado das pessoas.
Em Guanhães não foi diferente. As duas
maiores provedoras da cidade confirmaram a este blog os problemas e as queixas
de seus clientes. Mas divergiram quantos os motivos.
Para a GHNET, considerada a maior da cidade no setor,
um incidente na rede (rompimento com um cabo da operadora) sobrecarregou o
Backup (cópia de segurança), provocando instabilidade no acesso. “Preferimos
acreditar que foi uma coincidência”, relatou Diego Fernandes, gerente técnico
da empresa. O problema, segundo Fernandes, durou apenas três dias, de 22 a 24, e
já foi solucionado. “Informamos sobre o ocorrido aos nossos clientes em nossa página”,
disse.
Já para Renata Grazielle, gerente de
relações da GWT, segunda maior provedora local, o que houve foi um “gargalo”
(congestionamento). “Mais gente em casa, mais gente a procura de serviços e
informações pela rede”, explicou, indo ao encontro do que foi previsto pelos especialistas.
Segundo Grazielle, mesmo em regime de “home-office (trabalho em casa dos
funcionários), desde então, a empresa está monitorando as torres de captação
para melhoria dos serviços.
Não conseguimos contato com outras provedoras, como a KLINK Internet. No site da empresa, duas postagens do dia 23 fazem
referência a problemas na concessão do serviço. “Tivemos uma queda no link, mas
os técnicos já estão atuando, previsão de 40 minutos” e “Falei 40 minutos, mas
voltamos antes...Hehehe. Podemos voltar a quarentena. Parabéns a equipe técnica
pela atuação rápida”.
Anatel
Uma semana antes (domingo, 15), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou às
operadoras de telefonia e internet medidas a serem implementadas para ampliar e
aumentar a velocidade de acesso da população no período de crise. Entre as
ações indicadas estão o aumento de capacidade aos consumidores; abertura e
ampliação de pontos de wi-fi públicos; prioridade de atendimento para serviços
de utilidade pública, como hospitais e das comunicações do Ministério da Saúde
e acesso ao aplicativo “Coronavirus – SUS” do Ministério da Saúde, sem desconto de franquia (com informações da Rede Brasil Atual).

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